sábado, 24 de dezembro de 2016
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Pensamentos do dia 21/12/2016
Escuto o tic tac no relógio
O vento arremessando sua ira na vidraça do quarto
Espelhando nossa própria Angustia
Que para sua desgraça
Quando fecho meus olhos
Sinto retornando
Todos aqueles anos
Dias de sol
Ou em tempos nublados
Um sorriso
Piadas bobas
Dramas constantes
Preocupações exageradas
Mãos calejadas segurando a minha
Quando caminhava com você até o mercado
Te contava meus segredos, angustias e planos
Nos planos mais sensatos você me dizia:
"Corre atrás, estou com você!"
Nos planos mais descabidos você me dizia:
"Corre atrás, estou com você!"
Aquela minha pessoa favorita se foi
Ninguém sabe como é difícil sentir
Quando se ama alguém muito mais do que se pode ser explicado
Um sentimento que nos divide ao meio
Como se faltasse o ar nos pulmões
Quando nossa outra metade se machuca
Não preciso de rimas
Só preciso escrever
Escrever o quanto sinto sua falta
As pessoas falam e falam
Como se não percebessem
Não sou mais completa
Nunca mais serei
Minha outra metade se foi
Não trabalhar ou viajar
Se foi para sempre
Sem retornos
Paulo Cézar 04-08-2016
O vento arremessando sua ira na vidraça do quarto
Espelhando nossa própria Angustia
Que para sua desgraça
Quando fecho meus olhos
Sinto retornando
Todos aqueles anos
Dias de sol
Ou em tempos nublados
Um sorriso
Piadas bobas
Dramas constantes
Preocupações exageradas
Mãos calejadas segurando a minha
Quando caminhava com você até o mercado
Te contava meus segredos, angustias e planos
Nos planos mais sensatos você me dizia:
"Corre atrás, estou com você!"
Nos planos mais descabidos você me dizia:
"Corre atrás, estou com você!"
Aquela minha pessoa favorita se foi
Ninguém sabe como é difícil sentir
Quando se ama alguém muito mais do que se pode ser explicado
Um sentimento que nos divide ao meio
Como se faltasse o ar nos pulmões
Quando nossa outra metade se machuca
Não preciso de rimas
Só preciso escrever
Escrever o quanto sinto sua falta
As pessoas falam e falam
Como se não percebessem
Não sou mais completa
Nunca mais serei
Minha outra metade se foi
Não trabalhar ou viajar
Se foi para sempre
Sem retornos
Paulo Cézar 04-08-2016
sábado, 17 de setembro de 2016
Vários Verões
Foram vários verões
Onde você me levava para tomar um pouco de ar
Foram vários dias, onde tinha alguém para conversar sobre as
estrelas
E você sempre me escutava
Foram dias onde estava fora de controle
Mas, tinha você para segurar a minha mão e dizer que tudo
ficaria bem
Seguro sua fotografia e parece mentira esse destino cruel
Quando tudo o que você fazia era sonhar
Só de imaginar parece que vou me afogar
Com meu coração partido em mil pesados e o corpo pesando uma
tonelada
Eu só queria voltar para casa há uns 20 anos
Ver você me segurando em seus braços
Ver o sorriso de minha mãe diante daquela cena
Eu estaria na plateia
Revendo todas nossas lembranças
E guardando para sempre na memória
Nossa história.
Pai 12.09.1953 – 04.08.2016
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Meu Herói
Meu herói me protegeu quando nasci para o mundo
Meu herói trabalhou duro para cuidar de minhas necessidades
Meu herói me protegeu com seus braços e construiu um abrigo
onde sempre estive protegida
Meu herói esteve lá quando dei os primeiros passos
Meu herói esteve por perto para que não caísse
Meu herói ouviu minhas primeiras palavras
Meu herói cuidou quando estive doente
Meu herói mesmo precisando acordar cedo para trabalhar, não
dormia quando eu chorava
Meu herói comprava doces quando eu queria ou então apenas
comprava para me fazer feliz
Meu herói não me queria sozinha, então me deu um irmãozinho
Meu herói não era tão jovem, mas me carregava em seu ombro
Meu herói me protegeria com seu corpo se precisasse
Meu herói não tinha armadura nem capa
Meu herói tinha pá, martelo e muita força de vontade
Meu herói construía coisas
Meu herói foi um pai
Meu herói foi um marido
Meu herói foi um irmão
Meu herói foi um amigo
Meu herói foi um trabalhador
Meu herói foi meu exemplo
Meu herói foi o melhor pai do mundo, sem exagero, ele
realmente foi
Meu herói se foi
Meu herói não perdeu uma batalha
Meu herói foi um herói até na morte
Meu herói jamais deixou de lutar
Meu herói deixou um pouco de si em cada um
Meu herói nos ensinou
mais uma vez
Nos ensinou que amar é saber quando dizer adeus
Meu herói deixa saudades
Meu herói deixou um legado
Meu herói , adeus ...
Te amaremos para sempre, talvez até depois...
Paulo Cézar 12.09.1953- 04.08.2016
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Sem dor, sem amor!
Para quem já está um tempo sem escrever uma linha fora das conversas casuais ou de textos exigidos na vida universitária, decidir voltar a ativa dos relatos diários, vai ser mais que um desafio, uma verdadeira guerra entre a consciência e o tempo.
Esse ano vem mostrando o quanto a vida pode ser inconstante e dramática. Fora de meus pensamentos sempre tive uma vida monótona, não fácil é claro! Mas, no amor nunca me enganei, ou me apaixonei além do necessário. Quebrava corações, mas o meu sempre esteve intacto e intocável. Acabei caindo na tristeza do amor, ninguém além de meu inconsciente sabe o tamanho de minha culpa.
Pretendo esquecer e seguir novamente, pelo caminho estável, onde estive e gostava, pois assim estava em segurança e não aberta para críticas. Nem sempre amar é bom, na verdade não consigo ver nada mais medíocre e perverso que se sentir exposto a tal sentimento, principalmente quando este não é retribuído com o mesmo fervor.
Juliana Cordeiro
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domingo, 18 de janeiro de 2015
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Pensamentos
E aquela velha pergunta " porque sou assim tão diferente ?"
Não pense que é fácil tropeçar em cada passo
Nunca conseguir evoluir
Uma vida onde sempre estive no limite.
Não sei como sair deste buraco que cavei e me escondi
Preciso aprender a viver para ser feliz
Preciso de um pouco de ar!!
Hoje percebi que ainda sou aquela criança
A menina que odiava cada detalhe de sua vida
Onde o mundo não era colorido
E todos os adultos eram felizes demais ou depressivos demais
Que todas as crianças a evitavam e por isso aprendeu a evita-las também
Porque tudo aquilo era irrelevante para ela que sobrevivia dos sonhos
Sonhar e voar demais, sempre foi minha fuga da mediocridade que me cercava
Nem sempre funcionou
Mas, evitou quedas irreversíveis
Juliana Cordeiro
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