Ninguém sabe quem somos de verdade, para muitos apenas um pedaço de carne sem nada relevante. Então, por muito tempo acreditei nisso, em minhas veias correm a força de tantas palavras.
Como ter seu coração partido de várias maneiras, chorar e ninguém abrir a porta e fazer tudo ficar bem ?
Desde cedo provei na pele o pecado de ver o mundo de um jeito diferente, com meus amigos imaginários e tantas manias peculiares. Só queria apagar essas marcas que deixaram em mim e reescrever a história.
No meio do caminho conheci pessoas que sorriam quando passava e isso me fez pela primeira vez, não me sentir mais a garota invisível. Foi um passo para frente e mil para trás...
A garota rejeitada e espancada na saída da escola era vista pela primeira vez, mas não foi como em um filme adolescente com pessoas que realmente se importassem com o coração de nossa heroína.
levaram a pobre garota para um mundo longe de seus sonhos de menina...
Então, quando parecia não ter mais volta...
Ela não sabia, mas seus heróis estavam mais perto do que poderia imaginar
Em sua casa...
Seus pais perceberam que sua garotinha não era mais a mesma, descobriram tudo e a resgataram
A jovem se sentiu com o coração partido mais uma vez
Pois finalmente percebeu tudo o que significava para aquelas pessoas
Não precisava ser aceita por ninguém além de si mesma...
Existiam pessoas com boas palavras e com um amor independente de seus erros atrás de sua porta...
E nunca mais quis errar...Não com sua família...Passou a ser tudo o que importava...E assim foi...
Até perder parte de seu coração, seu pai, herói e melhor amigo. Foi vencido em batalha...Se foi... Mais uma vez ela estava no limite. Perdeu aquilo que mais amava...lhe faltou muita fé...
E como um presente que só poderia ser de seu velho, um novo homem entrou por aquela porta
A garota se apaixonou pela primeira vez, mesmo sem saber como agir as vezes, ela recebeu uma nova chance da vida e essa história não vai terminar aqui, ainda está sendo escrita.
Então...
Continua...
Juliana Cordeiro
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
sábado, 24 de dezembro de 2016
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Pensamentos do dia 21/12/2016
Escuto o tic tac no relógio
O vento arremessando sua ira na vidraça do quarto
Espelhando nossa própria Angustia
Que para sua desgraça
Quando fecho meus olhos
Sinto retornando
Todos aqueles anos
Dias de sol
Ou em tempos nublados
Um sorriso
Piadas bobas
Dramas constantes
Preocupações exageradas
Mãos calejadas segurando a minha
Quando caminhava com você até o mercado
Te contava meus segredos, angustias e planos
Nos planos mais sensatos você me dizia:
"Corre atrás, estou com você!"
Nos planos mais descabidos você me dizia:
"Corre atrás, estou com você!"
Aquela minha pessoa favorita se foi
Ninguém sabe como é difícil sentir
Quando se ama alguém muito mais do que se pode ser explicado
Um sentimento que nos divide ao meio
Como se faltasse o ar nos pulmões
Quando nossa outra metade se machuca
Não preciso de rimas
Só preciso escrever
Escrever o quanto sinto sua falta
As pessoas falam e falam
Como se não percebessem
Não sou mais completa
Nunca mais serei
Minha outra metade se foi
Não trabalhar ou viajar
Se foi para sempre
Sem retornos
Paulo Cézar 04-08-2016
O vento arremessando sua ira na vidraça do quarto
Espelhando nossa própria Angustia
Que para sua desgraça
Quando fecho meus olhos
Sinto retornando
Todos aqueles anos
Dias de sol
Ou em tempos nublados
Um sorriso
Piadas bobas
Dramas constantes
Preocupações exageradas
Mãos calejadas segurando a minha
Quando caminhava com você até o mercado
Te contava meus segredos, angustias e planos
Nos planos mais sensatos você me dizia:
"Corre atrás, estou com você!"
Nos planos mais descabidos você me dizia:
"Corre atrás, estou com você!"
Aquela minha pessoa favorita se foi
Ninguém sabe como é difícil sentir
Quando se ama alguém muito mais do que se pode ser explicado
Um sentimento que nos divide ao meio
Como se faltasse o ar nos pulmões
Quando nossa outra metade se machuca
Não preciso de rimas
Só preciso escrever
Escrever o quanto sinto sua falta
As pessoas falam e falam
Como se não percebessem
Não sou mais completa
Nunca mais serei
Minha outra metade se foi
Não trabalhar ou viajar
Se foi para sempre
Sem retornos
Paulo Cézar 04-08-2016
sábado, 17 de setembro de 2016
Vários Verões
Foram vários verões
Onde você me levava para tomar um pouco de ar
Foram vários dias, onde tinha alguém para conversar sobre as
estrelas
E você sempre me escutava
Foram dias onde estava fora de controle
Mas, tinha você para segurar a minha mão e dizer que tudo
ficaria bem
Seguro sua fotografia e parece mentira esse destino cruel
Quando tudo o que você fazia era sonhar
Só de imaginar parece que vou me afogar
Com meu coração partido em mil pesados e o corpo pesando uma
tonelada
Eu só queria voltar para casa há uns 20 anos
Ver você me segurando em seus braços
Ver o sorriso de minha mãe diante daquela cena
Eu estaria na plateia
Revendo todas nossas lembranças
E guardando para sempre na memória
Nossa história.
Pai 12.09.1953 – 04.08.2016
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Meu Herói
Meu herói me protegeu quando nasci para o mundo
Meu herói trabalhou duro para cuidar de minhas necessidades
Meu herói me protegeu com seus braços e construiu um abrigo
onde sempre estive protegida
Meu herói esteve lá quando dei os primeiros passos
Meu herói esteve por perto para que não caísse
Meu herói ouviu minhas primeiras palavras
Meu herói cuidou quando estive doente
Meu herói mesmo precisando acordar cedo para trabalhar, não
dormia quando eu chorava
Meu herói comprava doces quando eu queria ou então apenas
comprava para me fazer feliz
Meu herói não me queria sozinha, então me deu um irmãozinho
Meu herói não era tão jovem, mas me carregava em seu ombro
Meu herói me protegeria com seu corpo se precisasse
Meu herói não tinha armadura nem capa
Meu herói tinha pá, martelo e muita força de vontade
Meu herói construía coisas
Meu herói foi um pai
Meu herói foi um marido
Meu herói foi um irmão
Meu herói foi um amigo
Meu herói foi um trabalhador
Meu herói foi meu exemplo
Meu herói foi o melhor pai do mundo, sem exagero, ele
realmente foi
Meu herói se foi
Meu herói não perdeu uma batalha
Meu herói foi um herói até na morte
Meu herói jamais deixou de lutar
Meu herói deixou um pouco de si em cada um
Meu herói nos ensinou
mais uma vez
Nos ensinou que amar é saber quando dizer adeus
Meu herói deixa saudades
Meu herói deixou um legado
Meu herói , adeus ...
Te amaremos para sempre, talvez até depois...
Paulo Cézar 12.09.1953- 04.08.2016
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Sem dor, sem amor!
Para quem já está um tempo sem escrever uma linha fora das conversas casuais ou de textos exigidos na vida universitária, decidir voltar a ativa dos relatos diários, vai ser mais que um desafio, uma verdadeira guerra entre a consciência e o tempo.
Esse ano vem mostrando o quanto a vida pode ser inconstante e dramática. Fora de meus pensamentos sempre tive uma vida monótona, não fácil é claro! Mas, no amor nunca me enganei, ou me apaixonei além do necessário. Quebrava corações, mas o meu sempre esteve intacto e intocável. Acabei caindo na tristeza do amor, ninguém além de meu inconsciente sabe o tamanho de minha culpa.
Pretendo esquecer e seguir novamente, pelo caminho estável, onde estive e gostava, pois assim estava em segurança e não aberta para críticas. Nem sempre amar é bom, na verdade não consigo ver nada mais medíocre e perverso que se sentir exposto a tal sentimento, principalmente quando este não é retribuído com o mesmo fervor.
Juliana Cordeiro
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