Me livrei de um grande problema que era um suposto amor de pedra
Dos tempos das cavernas e que nada tinha de "seguro"
Somos humanos e os enganos são mais naturais e mais reais do que Adão e Eva no Paraíso
Ou Noé e seu barco com bilhões de espécies de animais
Escrituras que só Deus sabe quem escreveu e vendeu como um livro de regras a serem seguidas
Promessas foram a minha lição, pois são vazias e perdem a intensidade presente no improviso
Da paixão e brincadeiras de mutuo entendimento
Me divertir conversando e não receber lições
Se eu errar não quero recriminações
QUERO PAZ
Sorrisos
Improvisos
Viagens
Gargalhadas
E na prisão só existem regras
Sem cachorros
Sem escolhas
Sem liberdade
Sem PAZ
POR
Juliana Cordeiro
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Pensamentos do dia 07 de Dezembro de 2017

Me lembrei hoje de quando ainda era uma menina
Odiar era minha maneira de sentir
SEMPRE esperava o pior cenário
E eu ainda era uma menina
Que só tinha paz quando sonhava
Cresci e tentei alcançar esses sonhos
Gostava de estudar e segui por esse caminho
Acreditei que assim todos iriam me enxergar
Que assim eu seria alguém relevante.
Grande queda
Percebi que esse mundo é cruel
Consegui minha faculdade
Estudei para ser a melhor e ainda ajudei no crescimento de outras pessoas
Minha recompensa?
O fracasso
Os risos e cobranças
A incerteza
O desemprego
O esquecimento
A perda
domingo, 26 de novembro de 2017
Fecha esta porta
Saia por ela e vá embora
Lembranças amargas
Um passado marcado por traças
Em retratos que quero perder
Lembrar é nosso castigo
Pensar e pensar
Sem parar para respirar
Sem dormir em paz por anos
Um medo sem fim
Aquele apego ao que perdi
Pai
Meu amado pai
Porque de ti só me restou os retratos
Como eu os odeio
Perdi meu coração
Minha direção
Quero esquecer
Quero vencer
Conhecer o mundo
Viajar sozinha
Curar meu coração
Encontrar uma nova Inspiração
Além da solidão
Me falaram tantas coisas nesse tempo
A verdade?
Não escutei uma palavra
Ignorei e sempre vou ignorar
Não eram você
Não era sua voz
Eram cochichos vagos
Apenas sons
Ninguém entende essa obsessão
Falar com você sempre
Dizem que perdi a razão
Não entenderam ainda pai
Você era a melhor parte de mim
Minha luz e minha paz
Uma luz se apagou
Muitos antes de você ir
Meu coração foi esmagado e pisado
Quando vi o sorriso morrer em seu rosto
Seus olhos apagarem
Seus membros enfraquecerem
E me matou
Quando você parou de cantar
Sempre e para sempre
O motivo de continuar respirando
Para meu pai
Juliana Cordeiro
Saia por ela e vá embora
Lembranças amargas
Um passado marcado por traças
Em retratos que quero perder
Lembrar é nosso castigo
Pensar e pensar
Sem parar para respirar
Sem dormir em paz por anos
Um medo sem fim
Aquele apego ao que perdi
Pai
Meu amado pai
Porque de ti só me restou os retratos
Como eu os odeio
Perdi meu coração
Minha direção
Quero esquecer
Quero vencer
Conhecer o mundo
Viajar sozinha
Curar meu coração
Encontrar uma nova Inspiração
Além da solidão
Me falaram tantas coisas nesse tempo
A verdade?
Não escutei uma palavra
Ignorei e sempre vou ignorar
Não eram você
Não era sua voz
Eram cochichos vagos
Apenas sons
Ninguém entende essa obsessão
Falar com você sempre
Dizem que perdi a razão
Não entenderam ainda pai
Você era a melhor parte de mim
Minha luz e minha paz
Uma luz se apagou
Muitos antes de você ir
Meu coração foi esmagado e pisado
Quando vi o sorriso morrer em seu rosto
Seus olhos apagarem
Seus membros enfraquecerem
E me matou
Quando você parou de cantar
Sempre e para sempre
O motivo de continuar respirando
Para meu pai
Juliana Cordeiro
domingo, 12 de novembro de 2017
sábado, 9 de setembro de 2017
Pensamentos do dia
É estúpido
Viver as escolhas de outras pessoas
Seus passos
Suas palavras
Erros
Pedaços de um retrato
Lá estou eu
Atrás esticando o pescoço
Metade do meu rosto
Parte do meu braço
Eu não sei como viver
Como amar
Abraçar
Falar
Dançar
Esqueceram de me me ensinar
No meio do caminho
Me distrai com a poesia
Os Passáros cantavam
O vento soprava
E as pessoas sempre perdiam a paciência
E agora sou uma consequência
Começam com JULIANA,...
E terminam com qualquer coisa pior
Viver as escolhas de outras pessoas
Seus passos
Suas palavras
Erros
Pedaços de um retrato
Lá estou eu
Atrás esticando o pescoço
Metade do meu rosto
Parte do meu braço
Eu não sei como viver
Como amar
Abraçar
Falar
Dançar
Esqueceram de me me ensinar
No meio do caminho
Me distrai com a poesia
Os Passáros cantavam
O vento soprava
E as pessoas sempre perdiam a paciência
E agora sou uma consequência
Começam com JULIANA,...
E terminam com qualquer coisa pior
terça-feira, 8 de agosto de 2017
Passarinho com defeito
Um pássaro preso em uma gaiola
Longe da liberdade
Sem paz
De ti tiraram até a dignidade
Com as asas encolhidas
Cansado e maltratado
O passarinho
Deixou de sonhar
Não quer mais voar
Criado em cativeiro
Sem conhecer a felicidade
É liberdade
Seja qual for
Seu último anseio
Seu cantar arteiro
Seu bater de asas
Mesmo que sem jeito
Que em demasia é perfeito
Para um passarinho que não sabe voar
Me diz senhor criador
Para que serve um ser desengonçado
Sem graça e lesado
Um pássaro inútil
Deprimido e tapado
Perfeito para quem vê
De longe sua imagem
Seu grito de saudade
Do que nunca conheceu
O passarinho revoltado
Culpa Deus
Culpa o diabo
Mas a vida é desse jeito
De quem veio com defeito
Juliana Cordeiro
Longe da liberdade
Sem paz
De ti tiraram até a dignidade
Com as asas encolhidas
Cansado e maltratado
O passarinho
Deixou de sonhar
Não quer mais voar
Criado em cativeiro
Sem conhecer a felicidade
É liberdade
Seja qual for
Seu último anseio
Seu cantar arteiro
Seu bater de asas
Mesmo que sem jeito
Que em demasia é perfeito
Para um passarinho que não sabe voar
Me diz senhor criador
Para que serve um ser desengonçado
Sem graça e lesado
Um pássaro inútil
Deprimido e tapado
Perfeito para quem vê
De longe sua imagem
Seu grito de saudade
Do que nunca conheceu
O passarinho revoltado
Culpa Deus
Culpa o diabo
Mas a vida é desse jeito
De quem veio com defeito
Juliana Cordeiro
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Pensamentos do dia 03/05/2017
Nesse tempo, poucas pessoas param para ler, sobretudo online e fora dos sites de relacionamento. Imagino, estão tão acostumadas com o banal e superficial que muitos gritos de socorro passam despercebidos. Por isso, mantenho meu blog. Quanto mais sai de moda, mas inclinada me sinto a escrever meus pensamentos e sentimentos.
Há muito perdi o interesse pelo reconhecimento. Acredite caro leitor, depois de tantas portas fechadas, falar sozinha para um grupo e ser amplamente ignorada, desacreditada e excluída. Algo morre dentro da gente e nunca mais nos recuperamos.
E mesmo assim, eu sobrevivo a tudo isso. Entretanto, não se engane, não estou de pé por mim. Sobrevivo pelo amor. E eu não me amo!
Há muito perdi o interesse pelo reconhecimento. Acredite caro leitor, depois de tantas portas fechadas, falar sozinha para um grupo e ser amplamente ignorada, desacreditada e excluída. Algo morre dentro da gente e nunca mais nos recuperamos.
E mesmo assim, eu sobrevivo a tudo isso. Entretanto, não se engane, não estou de pé por mim. Sobrevivo pelo amor. E eu não me amo!
Juliana Cordeiro
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